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Não estou à venda

30 de Abril 2020

Não estou à venda

Como funcionava, no passado, a compra e venda de escravos? Apenas eram comprados aqueles que eram feitos escravos, fossem homens, mulheres ou crianças.

Alguns eram feitos escravos para pagar dívidas familiares, para as quais não havia meios económicos para pagar, outros eram sequestrados por mercadores de escravos e, então, vendidos a povos de outras nações, e ainda tinha os que já nasciam escravos, pois os pais também o eram.

Qualquer que fosse a forma que a pessoa, outrora livre, fosse feita escrava, ao ser comprada por alguém, passava a ser propriedade do mesmo.

Todo o homem que era considerado livre não podia ser comprado por ninguém, pois era dono de si mesmo.

“… porque foste morto, e com o Teu Sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação” (Apocalipse 5.9)

Toda a pessoa que se considera livre, não pode ser comprada pelo Sangue do Senhor Jesus, a não ser quando a mesma “se põe à venda”, ou seja, se coloca diante de Deus na condição de servo/escravo.

O que vemos nos dias atuais são cristãos que levantam as mãos para orar, chamam a Jesus de “Senhor”, mas, têm no peito um cartaz dizendo “NÃO ESTOU À VENDA”, ou seja, quero continuar a fazer a minha vontade, viver do meu jeito, cumprir os meus desejos, ser “dono do meu nariz”.

Não importa quem a pessoa é, o que fez, de que nação é, qual o seu passado, o que importa é que ela “esteja à venda” para ser comprada pelo Sangue Precioso do Senhor Jesus.

Toda a leitura convida à reflexão e as suas considerações sobre esta mensagem são muito importantes para nós. Então comente, pois, a sua visão pode ajudar a outros.

Bispo Carlos Rocha
Portugal


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